Os agricultores atendidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) em Arapiraca (AL), município situado a 134 km de Maceió, são unânimes em afirmar que a vida melhorou depois que eles começaram a vender parte de sua produção para o governo federal e a prefeitura. Antonio Gomes integra este grupo e fornece mandioca, inhame, feijão, couve, alface, coentro e cebolinha. “É bom em relação ao preço. Com o PAA houve aumento na renda, próximo de 50%”, revela o produtor, que hoje fatura R$ 2 mil por mês.
Antes, o agricultor alagoano conseguia vender sua produção, mas a um preço mais baixo. "A vida financeira fica melhor quando a gente ganha mais”, observa Gomes, acrescentando que com os recursos conseguiu comprar casa e moto. A garantia de preço do produto, acesso a mercados e aumento da renda são alguns dos benefícios do programa desenvolvido pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Desenvolvimento Agrário, que contribui também com a segurança alimentar.
Em Arapiraca, já foram adquiridos R$ 4,6 milhões da produção de 334 pequenos agricultores pelo PAA, entre 2006 e 2012. Hoje, o município é o principal fornecedor de hortaliças no estado. Antonio Gomes afirma que o programa abre outras oportunidades. Além da venda para órgãos públicos, ele participa da feira semanal que acontece aos sábados na cidade e ainda vende para a Ceasa, localizada na capital alagoana, e para a cooperativa dos produtores rurais, a Cooperal.
Benção – A família Oliveira, moradora do Sítio Pé Leve Velho, trocou a plantação de fumo pela de goiaba, acerola e batata doce e não se arrepende. “A produção triplicou”, diz Genivaldo Francisco de Oliveira. Aos legumes e frutas fornecidos à prefeitura, somam-se outros como coco, cebola e mandioca que são vendidos no mercado público e na feira. “O governo acertou ao criar o PAA. Tudo que vem para a agricultura é uma benção”, destaca o agricultor, que cultiva uma área de oito hectares com os dois filhos.
Todos os 334 produtores de Arapiraca alcançam o limite anual de R$ 4,5 mil por família para venda ao programa. As 2 mil toneladas de alimentos adquiridas são distribuídas para instituições sociais e utilizadas na preparação das refeições do restaurante popular.
Fonte: Site Plano Brasil Sem Miséria
Antes, o agricultor alagoano conseguia vender sua produção, mas a um preço mais baixo. "A vida financeira fica melhor quando a gente ganha mais”, observa Gomes, acrescentando que com os recursos conseguiu comprar casa e moto. A garantia de preço do produto, acesso a mercados e aumento da renda são alguns dos benefícios do programa desenvolvido pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Desenvolvimento Agrário, que contribui também com a segurança alimentar.
Em Arapiraca, já foram adquiridos R$ 4,6 milhões da produção de 334 pequenos agricultores pelo PAA, entre 2006 e 2012. Hoje, o município é o principal fornecedor de hortaliças no estado. Antonio Gomes afirma que o programa abre outras oportunidades. Além da venda para órgãos públicos, ele participa da feira semanal que acontece aos sábados na cidade e ainda vende para a Ceasa, localizada na capital alagoana, e para a cooperativa dos produtores rurais, a Cooperal.
Benção – A família Oliveira, moradora do Sítio Pé Leve Velho, trocou a plantação de fumo pela de goiaba, acerola e batata doce e não se arrepende. “A produção triplicou”, diz Genivaldo Francisco de Oliveira. Aos legumes e frutas fornecidos à prefeitura, somam-se outros como coco, cebola e mandioca que são vendidos no mercado público e na feira. “O governo acertou ao criar o PAA. Tudo que vem para a agricultura é uma benção”, destaca o agricultor, que cultiva uma área de oito hectares com os dois filhos.
Todos os 334 produtores de Arapiraca alcançam o limite anual de R$ 4,5 mil por família para venda ao programa. As 2 mil toneladas de alimentos adquiridas são distribuídas para instituições sociais e utilizadas na preparação das refeições do restaurante popular.
Fonte: Site Plano Brasil Sem Miséria
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