Durante a assinatura de convênios na Região Norte, em Manaus, a
ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza
Campello, comentou sobre a honra de falar em nome dos ministros e
grandes parceiros na construção do Pacto Norte, extrativistas e
assentados, e de todos que ajudaram a construir o Brasil Sem Miséria.
“Este é um momento decisivo. Trata-se de um plano nacional, que busca
olhar cada uma das regiões em suas diferentes faces”, disse a ministra.
Segundo ela, este é o grande sentido dos pactos regionais: “Já fizemos o
Pacto Nordeste e o Sudeste. Este é o terceiro pacto. As próximas
regiões serão a Centro Oeste e a Sul.
Os benefícios gerados, de acordo com Tereza Campello, permitiram que
cerca de 28 milhões de pessoas saíssem da pobreza e que 42 milhões
entrassem na classe média. “A população da Região Norte não quer favor.
Quer oportunidade e condições de trabalho. Quer acesso a mercados,
oportunidades e informações”, disse. Esse é o esforço do Brasil Sem
Miséria.
Além de assinar um pacto, a ministra lembrou que também estão sendo
assinadas ações para mostrar que o plano está em franca execução.
“Contamos com toda a máquina do Governo Federal para ir atrás dessa
população através da busca ativa”, explicou. São várias medidas, como
assinatura de editais de assistência técnica; o pacto envolvendo a rede
de supermercados; a compra de frango por uma rede varejista do Acre;
compras públicas, como a de pirarucu fresco, castanha-do-Brasil etc.
A Região Norte concentra 8,3% da população total do País. No entanto,
lá vivem 16,3% das pessoas em extrema pobreza. Mais de 2,6 milhões de
moradores da região vivem com menos de R$ 70 per capita mensais. Pará e Amazonas
respondem por quase 80% da população em extrema pobreza da região.
Correspondem a 2,1 milhões de pessoas. Em quatro estados do Norte a
extrema pobreza atinge mais que 17% da população: Pará, Amazonas, Acre e Roraima. De cada dez pessoas em extrema pobreza, 5,6 vivem emárea rural no Norte.
Fonte: Site plano Brasil Sem Miséria
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