Os recursos serão aplicados em ações previstas na estratégia para ampliar e qualificar a rede de assistência à mulher e ao bebê
O Ministério da Saúde aprovou a primeira etapa da Rede Cegonha no estado do Amapá. A decisão consta da portaria número 1.855 publicadano Diário Oficial da União (DOU) nesta semana. Serão repassados R$ 27,2 milhões para custear as primeiras ações previstas na estratégia Rede Cegonha.
O valor é destinado ao custeio de três Centros de Parto Normal e quatro Casas da Gestante, Bebê e Puérpera, além da criação de 34 leitos de Gestação de Alto Risco, 13 leitos de UTI Adulto Tipo II, 30 leitos de UTI Neonatal Tipo II, 20 leitos de UCI Neonatal e 26 leitos Canguru. Também serão qualificados nove leitos de UTI Neonatal Tipo II e 18 leitos de UCI Neonatal. De imediato, serão repassados R$ 2,6 milhões para os serviços existentes. O restante do valor será pago conforme andamento da Rede Cegonha no estado. “Este montante vai permitir que o estado qualifique e amplie a rede de assistência à mulher e ao bebê”, destaca a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela.
Lançada no ano passado, a estratégia fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança. A portaria aprova a primeira etapa do Plano de Ação da Rede Cegonha no estado, referente aos municípios de Santana (R$ 4,7 milhões), Laranjal do Jari (R$ 5,6 milhões), Porto Grande (R$ 4,3 milhões), Oiapoque (R$ 183 mil), além da capital Macapá (R$ 12,2 milhões).
“O plano define os primeiros passos para a implantação da Rede Cegonha no estado e tem a participação ativa do Governo Federal, estados e municípios”, explica a coordenadora. A portaria autoriza a transferência de recursos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos de saúde do Estado e municípios da Rede de Assistência, após habilitação de todos os serviços previstos no Plano de Ação.
As ações previstas na estratégia Rede Cegonha visam qualificar, até 2014, toda a rede de assistência, ampliando e melhorando as condições para que as gestantes possam dar à luz e cuidar de seus bebês de forma segura e humanizada. “Temos que construir um ambiente acolhedor para que a mulher se sinta mais segura nesse momento e, para isso, é necessário a qualificação do espaço físico e a mudança das práticas”, enfatiza Esther Vilela.
O Ministério da Saúde aprovou a primeira etapa da Rede Cegonha no estado do Amapá. A decisão consta da portaria número 1.855 publicadano Diário Oficial da União (DOU) nesta semana. Serão repassados R$ 27,2 milhões para custear as primeiras ações previstas na estratégia Rede Cegonha.
O valor é destinado ao custeio de três Centros de Parto Normal e quatro Casas da Gestante, Bebê e Puérpera, além da criação de 34 leitos de Gestação de Alto Risco, 13 leitos de UTI Adulto Tipo II, 30 leitos de UTI Neonatal Tipo II, 20 leitos de UCI Neonatal e 26 leitos Canguru. Também serão qualificados nove leitos de UTI Neonatal Tipo II e 18 leitos de UCI Neonatal. De imediato, serão repassados R$ 2,6 milhões para os serviços existentes. O restante do valor será pago conforme andamento da Rede Cegonha no estado. “Este montante vai permitir que o estado qualifique e amplie a rede de assistência à mulher e ao bebê”, destaca a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela.
Lançada no ano passado, a estratégia fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança. A portaria aprova a primeira etapa do Plano de Ação da Rede Cegonha no estado, referente aos municípios de Santana (R$ 4,7 milhões), Laranjal do Jari (R$ 5,6 milhões), Porto Grande (R$ 4,3 milhões), Oiapoque (R$ 183 mil), além da capital Macapá (R$ 12,2 milhões).
“O plano define os primeiros passos para a implantação da Rede Cegonha no estado e tem a participação ativa do Governo Federal, estados e municípios”, explica a coordenadora. A portaria autoriza a transferência de recursos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos de saúde do Estado e municípios da Rede de Assistência, após habilitação de todos os serviços previstos no Plano de Ação.
As ações previstas na estratégia Rede Cegonha visam qualificar, até 2014, toda a rede de assistência, ampliando e melhorando as condições para que as gestantes possam dar à luz e cuidar de seus bebês de forma segura e humanizada. “Temos que construir um ambiente acolhedor para que a mulher se sinta mais segura nesse momento e, para isso, é necessário a qualificação do espaço físico e a mudança das práticas”, enfatiza Esther Vilela.
Fonte: Ministério da Saúde
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