O Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apresenta ao Conselho
Consultivo do Patrimônio Cultural novas propostas para a proteção do
patrimônio cultural brasileiro. Nos próximos dias 9 e 10 de dezembro,
serão avaliadas as propostas de tombamento de peças do Patrimônio Naval,
como embarcações típicas do Maranhão, da Bahia, de Sergipe e do Rio
Grande do Sul, além do acervo do Museu do Mar, em São Francisco do Sul,
no estado de Santa Catarina.
Os conselheiros
vão debater também sobre a possibilidade de tombamento da Igreja
Positivista, na cidade do Rio de Janeiro, dos centros históricos de
Natal, no Rio Grande do Norte, e de São Luiz do Paraitinga, em São
Paulo, do conjunto histórico de Paracatu, e a ampliação de tombamento do
conjunto urbanístico e paisagístico de Cáceres, no Mato Grosso, além do
Registro como Patrimônio Cultural Brasileiro da Festa de Sant’Ana de
Caicó, no Rio Grande do Norte.
Este ano, o
Conselho Consultivo já esteve reunido três vezes. Na primeira, em março,
foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de
Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá.
Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares
Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, de 14 Bens
da Imigração Japonesa, em São Paulo, e do Teatro Oficina, também no
estado paulista.
A terceira
reunião foi no início de novembro e resultou na proteção federal para o
Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões e para o Sistema Agrícola
Tradicional do Rio Negro, no Amazonas. Também entrou para a lista de
Patrimônio Cultural o Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe, no
Mato Grosso. Os conselheiros aprovaram ainda o tombamento do Monumento
aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, do Centro Histórico
de São Félix, na Bahia, e do conjunto arquitetônico e paisagístico de
Santa Tereza, no Rio Grande do Sul.
O Conselho
Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e
registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura,
turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de
instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do
Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação,
Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus
(Ibram) e da sociedade civil.
Fonte: Site Portal Brasil
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